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22/10/2018 - Fonte: O Globo | Informe | BR

O futuro da engenharia é feminino

Mulheres se destacam na Shell Eco-marathon como capitãs e integrantes de equipes O protagonismo feminino tem sido uma das marcas do século XXI e isso ficou mais uma vez evidente durante a Shell Ecomarathon Brasil, competição universitária que aconteceu entre os dias 8 e 11 de outubro, no Riocentro, Zona Oeste do Rio. Na disputa para escolher os protótipos automotivos mais eficientes energeticamente, nas categorias Bateria Elétrica, Etanol e Gasolina, elas se destacaram como capitãs, pilotos, integrantes de equipes e entre os vencedores. A Shell, que realiza o evento desde 1939, tem incentivado que os mercados de energia e automotivo, ainda majoritariamente masculinos, se abram cada vez mais não só para as mulheres, mas para a diversidade como um todo. - A Shell Eco-marathon Brasil traduz a nossa preocupação com a diversidade de uma forma prática. Tivemos universitárias pilotando os carros, outras assumindo posições de liderança e destaque nas equipes. Isso é muito bom de se ver. A expectativa é que elas se tornem talentosas engenheiras, que chegarão com força no mercado de trabalho - apontou Glauco Paiva, Gerente Executivo de Relações Externas da Shell. E elas estão dispostas a ocupar os espaços, mesmo que para isso precisem enfrentar preconceitos ou ultrapassar barreiras. - Não dá para ter medo, temos que encarar os desafios e mostrar na prática que não há diferenças na qualidade do trabalho de mulheres e homens - afirmou Letícia Cabral, de 18 anos, aluna do 2 0 período do curso de Engenharia Mecânica da Universidade Federal de Santa Catarina. Letícia é a única mulher entre os 15 integrantes da Equipe E3. Para ela, muitas mulheres têm vontade de entrar em competições como essa, mas desistem com medo do machismo. A futura engenheira, que não sofreu nenhum tipo de segregação entre os colegas de equipe, se vê como um exemplo de que é possível contrariar essa premissa. Dalila Koslinki, de 21 anos, é a capitã da Equipe Pato a Jato, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, bicampeã na categoria Etanol. A estudante de Engenharia Elétrica, que assumiu a equipe depois de receber incentivo do time, sente falta de ver mais colegas ao seu lado na universidade: - Em turmas de engenharia ainda é muito comum você encontrar três ou quatro mulheres e o restante de homens - contou Dalila, que vê jovens como as da Shell Eco-marathon mudando essa história. Muitas vezes, os próprios familiares ainda ficam reticentes quando uma mulher decide que seu lugar é junto aos motores e engrenagens. Aluna do 4 0 período de Engenharia Elétrica e Industrial do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão, Gabrielly Ferreira, de 19 anos, passou por isso dentro de casa. - Eles achavam que engenharia era coisa de homem, que vou ter dificuldade para me formar, conseguir emprego. Mas a verdade é que me sinto à vontade e não abro mão de trabalhar com isso. É engraçado, porque muitos professores chegam a insinuar que não podemos carregar peso, sujar as mãos, mas queremos fazer exatamente isso. Nós vamos estar onde a gente quiser. Para a Shell, não há dúvida que o lugar das mulheres é na construção do futuro da energia e do desenvolvimento em todo o planeta. - A gente quer liderar esse movimento da diversidade de gênero. Ciência é para todo mundo, tecnologia é para todo mundo e a engenharia também - concluiu Pâmella De-Cnop, gerente de Performance Social Brasil da Shell.

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